Brasileiro usa consórcio para carro mais caro

Por 1consórcio
Publicado em: 18/02/2011

A categoria de automóveis continua a mais importante e com o maior número de participantes de todas as categorias de consórcios. Números da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios) revelam que, do total de 4,06 milhões de consorciados em 2010, 3,39 milhões compraram cotas de veículos automotores, um crescimento de 7,3%, na comparação com 2009.

A categoria de veículos leves cresceu 16,9% entre 2009 e 2010 e, no ano passado, registrou 1,13 milhão de consorciados ativos, contra 966,5 mil no ano imediatamente anterior. "O consórcio surgiu na indústria automobilística. Antigamente, o crédito era restrito e caro e as montadoras escolheram o consórcio como forma de incentivar as vendas de seu produto. Desde então, ele é destaque. Hoje, parte dos brasileiros usa o consórcio para ter um carro melhor. Se ele for financiar, ele compra um carro popular, porque os juros são altos. No consórcio, com o mesmo valor, ele compra um veículo de uma categoria melhor”, explica.

O executivo ainda exemplifica: “ Em um consórcio de R$ 40 mil, com duração de 60 meses, a parcela inicial fica em torno de R$ 700. Já em um financiamento de igual valor e tempo, a parcela inicial seria superior a R$ 1 mil”. Os dados mostram que, para veículos leves, o tíquete anual médio subiu de R$ 33.821 nos 12 meses de 2009 para R$ 39.653 no mesmo período de 2010.

Motocicletas e motonetas
No entanto, dentro do segmento veículos automotores, a categoria com mais participantes é a de motocicletas, com 2,1 milhões de consorciados no ano passado, um crescimento de 3,4% na comparação com 2009.

Segundo os dados, o tíquete médio anual da categoria cresceu 14% em 12 meses, passando de R$ 8,9 mil entre janeiro e dezembro de 2009 para R$ 10,1 mil no mesmo período de 2010.

"Essa é uma categoria que atende à necessidade de muitos brasileiros, já que se trata de um produto muito útil, tanto para quem trabalha com a moto como para quem quer driblar o trânsito das grandes metrópoles como São Paulo. Além disso, os preços são baixos e a parcela cabe no orçamento", explica o presidente executivo da entidade, Paulo Rossi, que completa: "Ainda não temos dados oficiais, mas acreditamos que 70% do público consorciado para aquisição de motocicletas pertence às classes C e D".

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