Carros coloridos começam a ganhar espaço no mercado brasileiro

Carros coloridos começam a ganhar espaço no mercado brasileiro

Por 1consórcio
Publicado em: 13/04/2011

Nos anos 70, o brasileiro escolhia o seu carro pela cor. Havia uma boa variedade de ofertas, do vinho ao azul-claro, do verde ao marrom. Hoje, um veículo é comprado considerando- se principalmente aspectos econômicos, como custo de manutenção e valorização na revenda. Com isso, os tons preto, prata e branco – mais fáceis de repintar e vender – se tornaram campeões de preferência e o colorido se tornou mais raro no País. E um aspecto cinzento, reforçado pela poluição, invadiu as ruas. Mas este cenário está mudando.

As montadoras de automóveis têm apostado nas cores para conquistar a simpatia dos jovens e diversificar os tradicionais tons de preto e prata, que dominam a frota brasileira. A Fiat, por exemplo, tem investido em cores como amarelo, laranja e azul para destacar o design do Uno. No ano passado, a Ford promoveu o lançamento no New Fiesta também de forma mais colorida, com tons chamativos de verde, vermelho e azul. Além disso, o branco começa a conquistar espaço fora das frotas comerciais e dos táxis e ganha conotação de carro sofisticado principalmente em modelos importados e utilitários esportivos.

Alguns acreditam que carros coloridos como os amarelos, vermelhos e verdes estão menos sujeitos a roubo, já que devido a cor, a probabilidade de encontrarem ele na rua é bem maior do que se ele estiver em um automóvel preto ou prata. Fora isso, tons mais chamativos podem evitar acidentes em ruas e estradas, já que quase nunca passam despercebidos.

É verdade que ainda há alguns entraves para a popularização das cores. Para Marcos Quindici, químico e designer de cores na indústria automotiva, o que pode atrapalhar é a concepção que o brasileiro tem do carro. O veículo é visto como investimento, e não como bem de consumo. “

Existe um receio de que os carros coloridos, que fogem do prata e do preto, possam perder o valor no mercado. De acordo com especialistas, o carro colorido pode se desvalorizar entre 7% e 12%, o que na verdade já acontece neste segmento. Carros em tons de preto, prata e cinza são mais fáceis de vender no mercado de seminovos e podem perder menos valor em relação aos coloridos, já que, mesmo com a nova tendência, continuam sendo muito procurados.

 

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