Consórcio de Imóveis: Casa Própria é meta de 35% dos brasileiros

Consorcio de Imoveis: Casa Própria é meta de 35% dos brasileiros

Por 1consórcio
Publicado em: 10/05/2010

Pesquisa encomendada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) mostra que 35% da população da cidade tem planos de adquirir a casa própria, um índice bem acima do apurado na edição anterior do levantamento, em novembro do ano passado, de 10%.

Segundo a pesquisa, 58,15% das pessoas que pretendem comprar imóveis estão dispostas a pagar até R$ 150 mil, o que revela, segundo Sinduscon, que é a classe C que vai puxar a demanda nos próximos anos. Entre as grandes construtoras, dois terços dos lançamentos já são para esse mercado.

De acordo com as projeções da consultoria MB Associados, a classe média, com renda familiar de três a dez salários mínimos, terá uma demanda potencial de 10,4 milhões de imóveis até 2016 em todo o país. Esse cálculo é feito com base no número de novas famílias que surgem em cada classe, incluindo-se aí pessoas que partem para morar sozinhas, como um filho que sai de casa ou um divorciado. A consultoria excluiu o déficit habitacional, conceito que engloba 7 milhões de famílias em condições precárias de moradia.

Para aproveitar a demanda, as empresas do setor vêm acelerando o ritmo de lançamentos. O crédito imobiliário, por sua vez, deve bater recorde, de acordo com projeções da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). A entidade espera que o volume financiado atinja R$ 50 bilhões em 2010, sendo R$ 30 bilhões em financiamentos a aquisições e R$ 20 bilhões destinados à construção de novos empreendimentos. O valor é 47% superior ao liberado em 2009, quando os financiamentos somaram R$ 34 bilhões. Também há uma projeção de crescimento entre outras formas de aquisição de um imóve, á vista, consórcio de imóveis e outros.

A Caixa Econômica Federal, deve financiar R$ 2 bilhões em Curitiba, 42% mais do que no ano passado. Outros R$ 1 bilhão devem girar através de bancos privados. “Há uma maior disputa entre os bancos particulares, como Itaú, Bradesco, Santander e HSBC, que querem aumentar suas carteiras”, afirma Normando Baú, sócio gerente da Baú Construtora. O interesse dos bancos privados aumentou principalmente em função da implantação da chamada alienação fiduciária, que aumentou as garantias de recuperação dos imóveis no caso de inadimplência, e da melhora do cenário econômico.

 

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