Cresce procura por consórcio para plástica

Cresce procura por consórcio para plástica. Confira a matéria completa!

Por 1consórcio
Publicado em: 24/08/2010 | Atualizado em: 22/05/2018

Cirurgia plástica, festa de casamento, viagem, estudos e reforma. É cada vez maior o número de pessoas que buscam o consórcio para a realização destes sonhos. A modalidade que permite a aquisição de serviços começou a ser comercializada no País há pouco mais de um ano e registra avanço de até 350%.

Existem 25 administradoras que vendem cartas de serviço no setor. Até maio, a maioria dos contemplados utilizou o crédito nas áreas de saúde e estética (29,4%), festas e eventos (15,2%), turismo (8,9%) e educação (2,9%).

Taxa de inadimplência é menor na modalidade

Apesar de não precisar alienar o bem como garantia do pagamento da carta de crédito, como ocorre com cotas de carros e imóveis por exemplo, a taxa de inadimplência da modalidade de serviços é a menor do segmento, dizem as empresas.

Os interessados no consórcio de serviços podem pegar de R$ 8.000 até R$ 50 mil, que são divididos em vários meses. Para conseguir o valor, no entanto, é indispensável estar como o nome limpo na praça e, já que o bem não pode ser devolvido, contar com algo que possa ser alienado como garantia de pagamento ou ter fiador disponível. Nos demais casos, normalmente, é apresentado um bem móvel (veículo) ou imóvel como garantia.

Classe C é principal público da modalidade

O aumento da renda e dos níveis de emprego, aliado à ascensão da classe C, tem contribuído para o crescimento do setor de consórcios. Com ganhos de R$ 1.530 a R$ 5.100, a chamada nova classe média já começa a sonhar com cursos no Exterior e festas de debutantes, o que aumenta o interesse dessa camada da população pelos serviços de consórcio, que tornou-se uma espécie de poupança carimbada e com objetivo determinado.

"O sistema é a melhor alternativa para melhorar a qualidade de vida", atesta o presidente da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio), Paulo Rossi.

Pesquisa recente feita pelo Instituto Data Popular revelou que, pela primeira vez, a massa de renda das famílias da classe D vai ultrapassar a da classe B.

Em 2010, as famílias com ganho mensal entre R$ 511 e R$ 1.530 têm para gastar com produtos e serviços R$ 381,2 bilhões ou 28% da massa total de rendimentos de R$ 1,38 trilhão. Enquanto a classe B vai ter R$ 329,5 bilhões (24%).

A classe B tem renda entre R$ 5.101 e R$ 10.200. O maior potencial de compras continua no bolso da classe C que possui R$ 427,6 bilhões.

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