Especialistas mostram quando é mais vantajoso comprar carro usado

Consórcio de Automóveis: Especialistas mostram quando é mais vantajoso comprar carro usado

Por 1consórcio
Publicado em: 10/06/2010

Ele é novinho, zero quilômetro. Na concessionária, custa um bom dinheiro. Você resolve pesquisar e encontra outro carro. Já não tão novinho e com alguns muitos quilômetros rodados.

Aí, surge a pergunta: comprar um carro usado compensa?

Depende de quanto ele está usado e é preciso muita atenção: comprar um carro seminovo é sempre mais difícil do que comprar um zero.

No domingo, muita gente passou o dia procurando aquele carrinho tão desejado. O Bom Dia ouviu especialistas para saber até quando um carro usado é um bom negócio.

O carro já rodou 69 mil quilômetros, mas tem todos os opcionais que Rose e Ricardo sonham. Custa R$ 35,5 mil, dinheiro que eles têm no bolso. Entre um carro usado mais confortável ou um zero quilômetro básico, eles preferem o usado. “Um carro novo, na compra, você perde 20% do valor. Se o carro é R$ 30 mil, você está perdendo R$ 6 mil na hora da revenda. É o custo que joga em uma eventual manutenção, se tiver”, comenta o comerciante Ricardo Cserba.

O dono garante que não vai dar dor de cabeça. “Está tudo certinho, já foi feito uma revisão de mecânica, câmbio automático, sem problema nenhum”, enumera o comerciante Ernesto Mazini. Em uma feira em São Paulo não faltam opções. Há cinco mil carros à venda todo domingo. Rita e o marido estão de olho em um modelo com 15 anos de uso. “Tem carro usado em bom estado. Tem gente que é muito cuidadosa, está sempre olhando o carro, fazendo manutenção preventiva”, elogia a enfermeira Rita Freitas.

A dúvida é exatamente quando vale a pena comprar um usado, quais os gastos que o novo dono terá que arcar?

Nós conversamos com especialistas de mercado que afirmam que o ideal é comprar carros com menos de dois anos de uso. A analista de mercado fez as contas. O gasto no primeiro ano com manutenção preventiva R$ 511. No segundo, cerca de R$ 1,2 mil. No terceiro, o gasto passa dos R$ 2,1 mil.

“No primeiro ano nós vamos ter um desgaste normal de algumas peças, mas é pouca coisa. No segundo ano já aumenta um pouco, mas eu diria que uns 40, 50% do que você vai gastar. No terceiro ano começa mesmo uma troca efetiva de itens importantes para que o carro tenha a mesma qualidade, tenha a mesma performance”, explica a analista de mercado Rosely Coimbra.

Para o professor de finanças Ricardo Rocha, comprar um carro de até três anos de uso ainda pode ser vantajoso. Mas cuidado com carros acima de cinco anos de fabricação.“A partir do quinto ano você pode ter de trocar motor, câmbio e de repente vai gastar 30% a 40% do valor do seu automóvel. Praticamente vai ter que reformar esse carro e rodar com ele mais cinco anos para compensar”, destaca o professor de finanças/Insper-SP Ricardo Rocha.

De acordo com os especialistas, a idade média da frota brasileira vem caindo. No ano passado, chegou a nove anos e oito meses. O item que mais pesa no orçamento do motorista é o combustível, que representa cerca de 30% dos gastos de um automóvel. Depois vem o seguro, com quase 23% das despesas. Em terceiro ficam os gastos com estacionamento. Há ainda o IPVA. Juntando todas essas despesas, mais a troca de peças, manter um carro pode custar cerca de R$ 10 mil por ano.

 

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