Participação dos consórcios comparada às vendas setoriais

Conheça a importância dos consórcios em cada região.

Por 1consórcio
Publicado em: 29/06/2017 | Atualizado em: 29/06/2017

Com base nos dados disponibilizados pelo Banco Central do Brasil, relativos ao ano de 2016, o levantamento e a análise realizados pela assessoria econômica da ABAC, mostraram o quanto potencialmente as contemplações nos grupos de veículos automotores (veículos leves, motocicletas e caminhões) e de imóveis são importantes quando comparados às vendas setoriais do mercado interno.

Consórcio de motocicletas

O setor de motocicletas foi o que apresentou maior média nacional de potencial participação, com 63,9%. Assinalou 3,8 pontos percentuais a mais que os 60,1% registrados um ano antes.

Mato Grosso foi um dos destaques, com volume de 118,8%. Na sequência, vieram Paraná com 111,8% e Tocantins com 110,9%. A melhor média regional foi a do Norte com 97,3%, acima dos 72,8% do Nordeste e dos 68,4% do Centro-Oeste.

Consórcio de veículos leves

O maior setor do Sistema de Consórcios em participantes ativos, veículos leves (que inclui automóveis, utilitários e camionetas) ficou com 30,5% de média nacional, o que representa três a cada dez veículos potencialmente emplacados, no ano passado. Comparada à 2015, que fechou em 25,3%, a diferença foi superior em 5,2 pontos percentuais.

Entre os estados, Tocantins chegou a 59,3%. Após, vieram Bahia e Mato Grosso com 57,1% e 55,8%. Regionalmente, o melhor percentual foi no Nordeste, que chegou a 39,4%, seguido por Centro-Oeste (37,5%), Norte (33,4%) e Sul (30,9%), todos acima da média nacional.

Consórcio de imóveis

No consórcio de imóveis, o resultado apontou 21,6% de média nacional de participação dos créditos contemplados frente às vendas setoriais financiadas no âmbito do SBPE, que incluiu bens residenciais ou de veraneio, terrenos, conjuntos comerciais, galpões etc. Na relação com o obtido em 2015, que alcançou 16%, o aumento foi de 5,6 pontos percentuais.

Na análise estadual, o Paraná participou potencialmente com 34,6%, isto é, pouco mais de três a cada dez imóveis comercializados em 2016. A seguir vieram Rio Grande do Sul com 24,1% e São Paulo com 23,3%. Por região, os melhores desempenhos foram identificados no Sul com 27,1% e Sudeste com 22,1%.

Para Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), as variações nas potenciais participações, tanto nos estados como nas regiões, estão na evolução do comportamento do consumidor em suas localidades. Mais atento e consciente de suas finanças pessoais, ele tem procurado adotar a essência da educação financeira em suas rotinas de consumo como referência para obtenção de seus objetivos.

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Fonte: ABAC