Setor de consórcio acumulou recordes no país até setembro

Os números do setor de consórcios, nos nove primeiros meses deste ano, acumularam marcas até então não atingidas. Confira!

Por 1consórcio
Publicado em: 29/11/2011 | Atualizado em: 23/05/2018

Os números do setor de consórcios, nos nove primeiros meses deste ano, acumularam marcas até então não atingidas. O volume de negócios do segmento registrou R$ 61,6 bilhões, valor próximo ao totalizado nos doze meses de 2010 (R$ 64 bilhões). Também nas vendas de novas cotas, a soma entre janeiro e setembro, chegou a 1,91 milhão, pouco abaixo do realizado em todo ano de 2009 (2,12 milhões).

“Os levantamentos demonstram a maturidade e a segurança desejadas por consorciados, administradoras, fornecedores, prestadores de serviços, e ainda pelos diversos elos da cadeia produtiva”, diz Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios. “Os destaques se completam pelos ativos administrados que chegaram a R$ 102 bilhões”, completa.

De janeiro a setembro de 2011, o acumulado de vendas de novas cotas somou 1,91 milhão (novo recorde histórico), 23,2% maior que o totalizado no mesmo período de 2010, quando atingiu 1,55 milhão.

“Atualmente, face o aumento das atividades consorciais, provocadas pelos recordes de comercialização e consequente aumento do número de participantes, as administradoras ampliaram a arrecadação de tributos e contribuições sociais”, explica Rossi. “Em sete anos, a arrecadação quase quintuplicou. Dos R$ 114 milhões, do primeiro semestre de 2002, saltou para R$ 539 milhões no mesmo período de 2011”, complementa.

Em setembro, os participantes ativos chegaram a 4,4 milhões, 10,3% superior que os 3,99 milhões apontados em 2010. As contemplações, acumuladas nos nove primeiros meses, também apresentaram alta. Este ano totalizaram 800,9 mil (jan-set/2011), 9,4% mais que as 731,9 mil (jan-set/2010) anteriores.

Nesse mesmo período, o volume de negócios cresceu 36,3%. Subiu de R$ 45,2 bilhões (jan-set/2010) para R$ 61,6 bilhões (jan-set/2011) registrados recentemente.

Estudos feitos pela Assessoria Econômica da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios – ABAC apontaram que, nos nove primeiros meses deste ano, a participação das contemplações no setor de veículos leves (automóveis, utilitários e camionetas) de fabricação nacional, foi de 10,9% nas vendas internas do país, tomando por base os dados da Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores.

A maior parcela ocorreu na região Norte (14,28%), enquanto a Sul, com 12,11%, ocupou o segundo lugar. A região Nordeste ficou na terceira colocação, somando 11,05%. Abaixo da média nacional (10,9%), ficaram as regiões Central, com 10,62%, e Sudeste, que atingiu 10,17%.

No maior setor do Sistema de Consórcios em número de participantes, a presença dos contemplados nas vendas internas de motocicletas e motonetas foi de 30,47%, de acordo com os dados da Abraciclo - Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares. As regiões Norte (42,06%), Nordeste (33,04%) e Central (36,30%) superaram a média nacional, enquanto a Sul (25,23%) e a Sudeste (24,21%) ficaram inferiores.

Entre os veículos pesados (caminhões e máquinas agrícolas), cuja participação nacional chegou a 22,56%, de janeiro a setembro deste ano e referenciados nos dados da Anfavea, a maior presença dos consorciados contemplados foi registrada na região Central com 28,76%. A seguir, estiveram as regiões Norte (26,07%), Sudeste (25,65%) e Nordeste (23,55%), enquanto a Sul (17,33%) ficou abaixo da marca nacional.

Atualmente, ao lado das diversas alternativas, que viabilizam a compra de carros, motocicletas, caminhões, máquinas agrícolas, os consórcios dividem a preferência do consumidor.

“Para os que têm como hábito planejar, fazer contas, comparar e ter um custo menor, o mecanismo de autofinanciamento é o ideal”, diz o presidente da ABAC. “Para o setor industrial, esse mecanismo genuinamente nacional, que completará 50 anos em 2012, permite a programação da produção a médio e longo prazos, além de garantir o nível de atividade econômica”, completa.

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